Capitalismo industrial no limite: quem sai ganhando na crise
Crise é a hora não dos melhores produtos, mas das vendas rápidas
Quando bate uma crise sistêmica, quem ganha não é aquele que tem o produto mais irado, e sim aquele que consegue vendê-lo rápido para quem está mais precisando.
Como os semicondutores lançaram as bases da Big Tech
Nos anos 60, os EUA compravam semicondutores por um preço 30 vezes acima do mercado, porque o Minuteman não podia esperar. Foi assim que nasceu a indústria que hoje alimenta toda a Big Tech.
A Big Tech aposta na energia nuclear
Hoje, a Big Tech é justamente a compradora urgente.
Microsoft, Google, Amazon e Meta se jogaram na energia nuclear. Não porque amam o planeta. Mas porque, sem isso, não vão colocar a AGI de pé — e, sem AGI, elas não passam de hardware caro.
A indústria de defesa do Ocidente não está pronta para um conflito de verdade
A indústria de defesa do Ocidente apodreceu a tal ponto que, num conflito com a China, os mísseis acabariam em uns dois dias.
A geoeconomia do novo mundo: compras urgentes, zero de reserva
A China controla 87% das terras raras, e os EUA têm zero fallback. Na Europa, há um rombo de 250 bilhões de euros por ano em equipamentos e infraestrutura.
Quem vence não é a startup, e sim quem consegue construir e vender agora
O mundo está virando uma cadeia de compras urgentes: de reatores modulares e cabos sob o Atlântico a IAs anti-furacão no Golfo Pérsico.
Os políticos despejam trilhões. A infraestrutura apodreceu. As velhas corporações não dão conta. Vence quem consegue montar, construir e vender agora mesmo.
Isto não é o parquinho das startups. É capitalismo industrial em modo DEFCON 2.