Como a IA afeta o cérebro: estudo do MIT
Cientistas britânicos provaram: a humanidade vai emburrecer por causa da inteligência artificial
O MIT Media Lab soltou um estudo de 200 páginas: analisaram como o uso de LLMs (por exemplo, o ChatGPT) afeta o cérebro.
Spoiler: está tudo muito ruim.
Como foi feito o estudo: três grupos e EEG
Três grupos de estudantes escreveram redações:
O primeiro usou o ChatGPT, o segundo o Google,
O terceiro, à moda antiga, só na base do chocolate (e das colas, mas isso não entrou no estudo).
Os pesquisadores acompanharam a atividade cerebral por EEG.
O que os resultados mostraram: menos esforço, menos proveito
O cérebro se esforça menos quando escreve com sugestões prontas. Quem funcionou pior foi o cérebro de quem usou o LLM. E, no fim, saíam textos igualmente sem graça, e os estudantes não lembravam sobre o que tinham escrito.
Além disso, os estudantes ficaram menos satisfeitos com o resultado, um marcador de possíveis depressões causadas pelas redes neurais.
MIT: a IA atrapalha a formação do pensamento próprio
O MIT alerta: a inteligência artificial facilita o acesso ao conhecimento, mas atrapalha a formação do pensamento próprio. A memória cai, o senso crítico diminui, o apoio interno se esvai.
A IA não te deixa mais inteligente. Ela te deixa menos capaz de aprender.
E você, usa redes neurais no estudo ou no trabalho? Sente que passou a pensar de um jeito diferente?
No próximo post, vou contar como monto para mim, em cinco minutos e por mensagens de voz, bots para tarefas rotineiras e repetitivas.